sábado, 1 de outubro de 2011

Promoção de aniversário

Olha que promoção super
estamos lançando nesse mês de Outubro,
mês de aniversário!

E vem mais por aí! Aguardem!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

6 tipos de saltos de sapatos e suas combinações

Existem seis tipos de salto de sapatos. Conheça-os e descubra com quais peças de roupa cada um combina mais.

  • Flat (salto entre 0,5 e 1,5 cm) Este é o menor modelo que existe. Abuse dele em eventos pouco formais – use com saia, vestido, calça capri e skinny.
  • Central (salto entre 3 e 4 cm) Sai do meio do calcanhar e afina próximo ao chão. Use durante o dia com vestido/saia logo abaixo dos joelhos ou, ainda, com calça comprida.
  • Anabela (salto entre 2 e 10 cm) O solado começa no arco do pé. “Combina com tailleur, vestido, saia curta, longa e rodada, calça e short”, diz Fábio Espíndula, designer de calçados.
  • Plataforma (salto entre 7 e 15 cm) Enquanto o solado plataforma vai de ponta a ponta, o salto plataforma fica apenas no calcanhar. Use com saia, calça, short e macacão.
  • Agulha (salto entre 9 e 12 cm) É sexy e elegante. Use e abuse com vestido de festa ou até em uma saída noturna. Cai bem com short, saia curta, tailleur e calça (reta, justa, pantalona ou jeans).
  • Meia-pata (solado frontal entre 1 e 7 cm) Além do salto atrás, traz um solado maior na parte da frente. Não há restrições para as combinações: use com vestidos, calça jeans ou short.





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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Nobres sapatilhas


Muitas mulheres pensam que o salto alto representa a sensualidade e a força feminina. Sim, é claro que um lindo sapato de salto alto bem empregado tem sua imponência, mas não é o único a permanecer nos pedestais da glória.

As sapatilhas receberam destaque pela primeira vez na história dos calçados, quando Catarina de Médici, Rainha Consorte da França, no século XVI, pediu ao sapateiro real que colocasse 2 cm de salto nos sapatos que usaria em seu casamento. Pronto! A partir daí, toda a corte, seguida pelo mundo inteiro, passou a gostar e a ver as sapatilhas como um calçado digno de uma rainha.

A consolidação da força das sapatilhas veio quando Brigitte Bardot pediu para que Rose Repetto, criadora da marca de produtos de ballet Repetto (Nureyev e Mikhail Baryshnikov usavam essa marca), fizesse um modelo de sapatilha para ela usar no dia a dia. O resultado foi o modelo Cendrillon, criado em 1956, que BB amou tão loucamente que a usou numa cena em que dançava mambo no filme “E Deus criou a Mulher”, de Roger Vadim, e também no tapete vermelho do Festival de Cannes daquele ano. Um ano depois, Audrey Hepburn usou “ballerinas” no filme “Cinderela em Paris” – inclusive com vestido de gala.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Reflexologia: Cuidando dos seus pés

É muito comum hoje em dia sentirmos fortes e desagradáveis dores pelo corpo, mesmo sem que tenhamos feito esforços demasiados. Muitas vezes, esses incômodos nos atingem por causa da nossa postura no sentar e no andar.

As mulheres, em especial, sofrem muito com esses males devido o uso constante de sapatos de salto alto ou apertados e duros. É um preço alto que se paga pela beleza.

Caminhar de salto pelas calçadas esburacadas ou de pedrinhas de São Tomé é mais que uma questão de equilíbrio, é também uma questão de sorte. Torções, escorregões e outros desconsertos são problemas que toda mulher quer distância.

Habituar-se, sempre que possível, a uma boa massagem nos pés é uma decisão e opção que recomendamos fortemente para resolver diversos problemas, do estresse e da hipertensão à incômoda dor na sola do pé pelo uso frequente de calçados desconfortáveis.

Você já ouviu falar de Reflexologia?

Todos já sabem que o corpo evidencia sinais do que sentimos, mas poucos sabem que pressionar certos pontos na planta dos pés tem efeito terapêutico contra diversos males, entre eles a hipertensão. É o que vários estudos científicos mostram. A massagem nos pés já conseguiu normalizar a pressão arterial em grávidas hipertensas. Além disso, os bebês dessas pacientes nasceram em melhores condições e com mais peso em relação aos de mulheres com pressão alta que não passaram pelas sessões de reflexologia.

Outros males que a reflexologia vem combatendo é a enxaqueca e a gastrite. Qualquer toque, feito com jeito e carinho, funciona como uma verdadeira terapia, capaz de confortar a alma e trazer bem-estar. O que faz dos pés um local privilegiado para expandir as sensações prazerosas são as milhões de terminações nervosas, ponto de chegada de vias que percorrem o organismo de cima a baixo.

Pacientes satisfeitos e dados científicos começam a pôr ordem em algo que, à primeira vista, pode parecer sem pé nem cabeça. A Associação Nacional de Reflexologia afirma que esse método exerce uma forte influência no organismo, entretanto não se pode dizer que ele cura uma enfermidade.

O que os resultados encorajadores sugerem é que essa técnica milenar, capaz de aliviar sofrimentos e ajudar o corpo a combater seus agressores, funciona como um poderoso coadjuvante da medicina tradicional. Seus efeitos podem ainda chegar à alma e atenuar problemas emocionais, como ansiedade e depressão, e o método também é capaz de detectar desequilíbrios psíquicos e evitar que se transformem em doenças.

Como toda terapia, a reflexologia tem suas limitações. Desconfie se o massagista prometer curas milagrosas, como acabar com úlceras ou resolver distúrbios psicológicos. No máximo, um terapeuta sério e bem-preparado consegue enxergar alterações em uma área do corpo. Um profissional confiável apenas sugere que o paciente procure um especialista e faça exames de tira-teimas. Para ter garantia de estar nas mãos certas, deixe o constrangimento de lado e investigue a formação do massagista, que deve incluir sólidos conhecimentos de anatomia e fisiologia. Para reduzir tensões e revigorar o organismo você mesmo pode massagear seus pés. Siga os passos:

1 – Prepare-se. Escolha um lugar gostoso e instale-se entre almofadas. Certifique-se de que suas costas estejam bem apoiadas. Se quiser, use cremes ou óleos. Massageie um pé de cada vez e fique atenta para não tensionar ombros e pescoço.

2 – Segure o pé inteiro e acolha-o carinhosamente. Usando toda a mão, amasse-o como se estivesse fazendo pão ou trabalhando argila. Explore toda a superfície.

3 – Suba até o tornozelo. Com a mão inteira, movimente a articulação em todas as direções. Usando a ponta dos dedos, explore toda a região, das partes fofas às extremidades dos ossos. Percorra da parte inferior da perna até o calcanhar.

4 – Mexa as articulações dos dedos, separe uns dos outros, seja minuciosa. Depois, continue o trabalho pelo pé inteiro, apertando e amassando, principalmente os pontos doloridos. Confie na intuição e siga o caminho que as mãos encontram.



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