terça-feira, 27 de setembro de 2011

Nobres sapatilhas


Muitas mulheres pensam que o salto alto representa a sensualidade e a força feminina. Sim, é claro que um lindo sapato de salto alto bem empregado tem sua imponência, mas não é o único a permanecer nos pedestais da glória.

As sapatilhas receberam destaque pela primeira vez na história dos calçados, quando Catarina de Médici, Rainha Consorte da França, no século XVI, pediu ao sapateiro real que colocasse 2 cm de salto nos sapatos que usaria em seu casamento. Pronto! A partir daí, toda a corte, seguida pelo mundo inteiro, passou a gostar e a ver as sapatilhas como um calçado digno de uma rainha.

A consolidação da força das sapatilhas veio quando Brigitte Bardot pediu para que Rose Repetto, criadora da marca de produtos de ballet Repetto (Nureyev e Mikhail Baryshnikov usavam essa marca), fizesse um modelo de sapatilha para ela usar no dia a dia. O resultado foi o modelo Cendrillon, criado em 1956, que BB amou tão loucamente que a usou numa cena em que dançava mambo no filme “E Deus criou a Mulher”, de Roger Vadim, e também no tapete vermelho do Festival de Cannes daquele ano. Um ano depois, Audrey Hepburn usou “ballerinas” no filme “Cinderela em Paris” – inclusive com vestido de gala.

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